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ABC CLASSIFICATION OU CLASSIFICAÇÃO ABC

Utilização da curva de Pareto para classificar produtos em três categorias, usando critérios de demanda e valor. Itens do grupo "a" - pouca quantidade, mas representam grande valor. Itens do grupo "b" - quantidade e valores intermediários. Itens do grupo "c" - muita quantidade, mas representam pouco valor.

ABASTECIMENTO INDUSTRIAL

Atividade dedica a prover à empresa todas as suas necessidades de serviços, ativos fixos, materiais, utilidades e cuidar da recuperação, venda e descarte de seus resíduos de equipamentos, materiais, efluentes e energia.

ABM

Activity Based Management – análise das atividades e processos dos negócios para identificar as estratégias da empresa, melhorar o desenvolvimento dos produtos e da manufatura, adequação a operação de distribuição.

ABSENTEÍSMO

Falta ao trabalho de um funcionário que foi escalado para aquela ocasião.

AÇÃO CORRETIVA

Ação tomada para eliminar as causas de não-conformidades existentes ou situações indesejáveis de maneira a evitar recorrência das mesmas.

Ação adotada para eliminar a causa de uma não conformidade detectada ou outra situação indesejável - RESOLUÇÃO - RDC N° 17, DE 16 DE ABRIL DE 201 – Anvisa
Ação para eliminar a causa de uma não conformidade detectada ou outra situação indesejável. – FDA

Nota: “Ação corretiva” e “Correção” são ações diferentes

AÇÃO PREVENTIVA

Ação tomada para eliminar as causas de não-conformidades potenciais ou outra situação indesejável a fim de evitar recorrência das mesmas. Normalmente, é aplicada antes da implementação de novos produtos, processos ou sistemas, ou antes de modificações já existentes.

ACESSIBILIDADE

Característica da alocação de uma carga em um endereço, que permite sua retirada direta sem movimentar nenhuma outra carga que possa estar na frente.

ACESSÓRIO DO PRODUTO

Componente agregado ao produto para adequá-lo a um usuário específico. O acessório não é necessário para o desempenho da função principal, mas eleva a capacidade do produto em alguns detalhes, ou funções complementares.

ACLIMATIZAÇÃO

Adequação do ambiente à fisiologia humana nos aspectos de temperatura, umidade, iluminação e dimensionamento dos moveis e ajuste dos equipamentos ao ser humano.

ACOMPANHAMENTO

Monitoramento da evolução de um projeto, para se verificar se as operações, compra de materiais e fabricação, são executadas dentro do planejado. (“follow up”).

Parte do controle que consiste na coleta ou aquisição de dados e informações sobre a execução.

ACONDICIONAMENTO

Características que devem apresentar a embalagem do produto para assegurar a devida proteção e integridade do alimento.

ACTIVITY BASED COSTING

O método abc (activity based costing) é uma técnica de contabilidade analítica nascida no final dos anos 80. Permite determinar quais os custos indiretos a imputar a um produto ou serviço consoante o tipo de atividade a que se referem. Os sistemas tradicionais de contabilidade analítica repartem proporcionalmente os custos indiretos segundo critérios como o número de horas de trabalho manual, o número de horas por máquina ou a área ocupada por cada centro de custo. Segundo o método abc os critérios de repartição destes custos diferem consoante o tipo de atividade.

ACURÁCIA OU ACURACIDADE

Grau de conformidade em relação a um padrão.

ACURACIDADE DO INVENTÁRIO (como indicador de eficácia)

É a quantidade de itens com saldo correto, dividida pela quantidade de itens verificados, vezes 100%.

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

Funções de administração para cuidar dos fluxos integrados dos materiais, desde a aquisição, controle dos materiais em processo,  armazéns, despachos e distribuição dos produtos acabados.

ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS

Agrupamento de funções gerenciais que apoiam todo o ciclo do fluxo de materiais de aquisição e controle interno de materiais da produção ao planejamento e controle de material em processo para o armazém, expedição e distribuição do produto acabado.

ADMINISTRAÇÃO DE PROJETO

Aplicação de conhecimentos, habilidades, ferramentas e técnicas para projetar atividades, para superar as necessidades da organização e suas expectativas em relação ao projeto.

ADMINISTRAÇÃO DO PRODUTO

Conjunto de técnicas e procedimentos, fortemente focados na essência do negócio, que são os produtos da empresa.

ADMINISTRAÇÃO DO RISCO DO PROJETO

Processo incluído no projeto que identifica, analisa, e contorna os riscos inerentes a um projeto. Estes processos incluem a identificação dos riscos, quantificação dos riscos, desenvolvimento das respostas a ocorrência de riscos e controle dos riscos.

ADMINISTRAÇÃO LOGÍSTICA

Processo de planejamento, implementação e controle do fluxo eficiente e eficaz de matérias-primas, estoque de produtos semiacabados, acabados e do fluxo de informações a eles relativo, desde a origem até o consumo, com o propósito de atender aos requisitos dos clientes.

ADMINISTRAÇÃO POR OBJETIVOS

Processo participativo de fixação de objetivos, que são comunicados aos colabores, que por sua vez estabelecem seus próprios objetivos, interativos com os objetivos mais gerais.

ADMINISTRAÇÃO POR PROCESSO

Estilo de administração orientada para pessoas e não unicamente para resultados. A chefia deverá apoiar os esforços para melhorar a maneira que os empregados realizam o trabalho.

ADMINISTRAÇÃO POR RESULTADOS

Estilo que enfatiza os controles, o desempenho, os resultados, as recompensas e as penalidades.

ADMINISTRAÇÃO SIMULTÂNEA

Prática da atividade de administração, em que as decisões importantes para o bom andamento dos processos administrativos são tomadas em consenso por todas as áreas envolvidas e os fornecedores de serviços que foram terceirizados.

AFERIÇÃO

Comparação de uma medição padrão ou instrumento de exatidão desconhecida, com outro padrão ou reconhecida exatidão para verificar a correlação ou eliminar, mediante ajustagem, qualquer variação na exatidão.

AGENTE ADUANEIRO

Pessoal especializado e conhecedor das peculiaridades aduaneiras de vários materiais. Assiste nos trabalhos de internalização das diversas mercadorias importadas. Especialistas nas regras e processos necessários para mover os bens através dos portos de entrada no país.

AKAFUDA

Identificação clara e objetiva de objetos desnecessários.

ALGORITMO

Conjunto de regras para a solução de problemas em um número finito de passos.

ALIANÇAS ESTRATÉGICAS

São uma associação entre várias empresas que juntam recursos, competência e meios para desenvolver uma atividade específica ou criar sinergias de grupo. Para conquistar um novo mercado (geográfico ou setorial), adquirir novas competências ou ganhar dimensão crítica, as empresas têm, em regra, três opções: a fusão ou a aquisição; a internacionalização; e a celebração de alianças estratégicas com um ou vários parceiros. As alianças tanto podem efetuar-se entre empresas que atuam em ramos de atividade diferentes como entre concorrentes. Distinguem-se das joint-ventures, em que os parceiros partilham a propriedade de uma nova empresa.

ALTA ADMINISTRAÇÃO

Direção e/ou gerência da empresa, incluindo seu principal executivo.

ALTA DIREÇÃO

Elementos da direção da empresa que compõem a diretoria e a gerência

AME

Association for Manufacturing Excellence

AMEAÇA

Uma situação desfavorável do ambiente externo que pode prejudicar quantitativamente ou qualitativamente o desempenho da organização relativamente a um ou mais fatores-chaves de sucesso.

ANÁLISE BAYESIANA

Análise estatística na incerteza, utilizando-se de todas as informações possíveis para se escolher uma entre várias alternativas estruturadas.

ANÁLISE DE FALHA (AF)

Localização, análise, revisão e classificação das falhas para determinar tendências e identificar partes e componentes com baixa performance.

ANÁLISE DE PROBLEMA POTENCIAIS (APP)

Análise dos possíveis problemas que se tem em atender as especificações dos materiais, componentes e produtos em todas as fases de fabricação e entrega. Recomenda-se a adoção de metodologias como FMEA.

ANÁLISE DE VALOR

É uma metodologia de gestão criada nos anos 50 pelo americano Lawrence Miles. Consiste em decompor um produto ou serviço nas suas funções principais e, em seguida, delinear as soluções organizacionais mais apropriadas para reduzir os custos de produção. Implica uma análise detalhada do valor criado pela empresa através da distribuição dos custos totais de um produto ou serviço pelas suas diferentes etapas: concepção, fabrico, venda, distribuição e serviço aos clientes. Este conceito deu origem às noções de cadeia de valor, de valor acrescentado do produto ou serviço e de shareholder value (valor para o acionista) cuja autoria pertence a Alfred Rappaport.

ANÁLISE ESTRUTURAL DE INDÚSTRIAS

Michael Porter propõe um modelo de análise de indústrias baseado na identificação de cinco forças. Eis uma breve descrição das questões a que deverá responder em cada uma delas: (a) ameaça de novas entradas - existem barreiras à entrada de novos competidores? (b) rivalidade entre os concorrentes - há guerras de preços, de publicidade ou de produtos? (c) existência de produtos substitutos - há uma ameaça de substituição por produtos ou serviços que satisfaçam as mesmas necessidades? (d) poder de negociação dos clientes - qual o seu poder para influenciar as variações de preço dos produtos ou serviços? (e) poder de negociação dos fornecedores - qual o seu poder negocial para elevar os preços ou reduzir o nível de qualidade oferecido?

ANÁLISE SWOT

Criada por Kenneth Andrews e Roland Christensen, dois professores da Harvard Business School, e posteriormente aplicada por numerosos acadêmicos a Swot Analysis estuda a competitividade de uma organização segundo quatro variáveis: strengths (forças), weaknesses (fraquezas), opportunities (oportunidades) e threats (ameaças). Através desta metodologia poderá fazer-se a inventariação das forças e fraquezas da empresa; das oportunidades e ameaças do meio envolvente; e do grau de adequação entre elas. Quando os pontos fortes de uma organização estão de acordo com os fatores críticos de sucesso para satisfazer as oportunidades de mercado a empresa será, por certo, competitiva no longo prazo.

ANSI

American National Standards Institute, coordenadora das normas voluntárias desenvolvidas pelo setor público e privado. É voz do sistema de avaliação de conformidade e padrões dos EUA, o Instituto Nacional de Padrões Americanos (ANSI) capacita seus membros e constituintes para fortalecer a posição do mercado norte-americano na economia global, ajudando a garantir a segurança e a saúde dos consumidores e a proteção do mercado. meio Ambiente.

APARAS

Descarte de papel depois da sua utilização original. Devem ser previamente reclassificados para atender às necessidades da utilização posterior.

APICS

American Prodution And Inventory Control Society.

Associação para o gerenciamento da cadeia de suprimentos e uma organização internacional de educação sem fins lucrativos, oferecendo programas de certificação, ferramentas de treinamento e oportunidades de networking para aumentar o desempenho no local de trabalho.

APS

Advanced Planning Scheduling ou planejamento da demanda do suprimento, programação, execução avançada e otimização.

AQUISIÇÃO

Funções organizacionais de planejamento de aquisição, compra, controle de estoque, transporte, recebimento, inspeção de recebimento e operações de estocagem.

ÁREA CONTROLADA

Qualquer local que possua um determinado grau de controle de contaminantes do ar, gases e fluido, temperatura, umidade, pressão e não qualificada como sala limpa.

ÁREA DE EXPEDIÇÃO

É a área demarcada nos armazéns, próxima das rampas/plataformas de carregamento, onde os materiais que serão embarcados/carregados são pré-separados e conferidos, a fim de agilizar a operação de carregamento.

ÁREA DE QUEBRA

É a área demarcada nos armazéns, geralmente próxima da entrada, onde as embalagens, produtos e materiais recebidos são desembalados, separados, classificados e até reembalados de acordo com o sistema ou interesse de armazenamento do armazém/empresa.

ÁREAS DE MELHORIA

Processo empresarial de uma certa importância ou área de atividade individualizável e quantificável de maneira específica.

ARMAZÉM OU WAREHOUSE

Lugar coberto, onde os materiais/produtos são recebidos, classificados, estocados e expedidos.

ARMAZENAGEM

É a parte da logística responsável pela guarda temporária de produtos em geral (acabados, matérias-primas, insumos, componentes, etc.). Pode ter uma variação de tipo de local físico, conforme característica e necessidade do produto, como por exemplo, local coberto, local descoberto, local com temperatura controlada, etc. Pode ter variação de tipo de estocagem, conforme característica e necessidade do produto, como por exemplo prateleira, gaveta, cantilever, baia, etc.

ARRUMADOR

Responsável pela arrumação da carga no interior das carretas ou baús. Arrumação necessária para balancear a carga nos eixos para facilitar a dirigibilidade.

ARTE FINAL

Material confeccionado a partir do leiaute, utilizado para a confecção do fotolito.

ÁRVORE DE DECISÃO

Método de análise de decisão numa formatação de esquema de árvore para estimar valores e probabilidades.

ASSEMBLE TO ORDER

Item só fabricado por encomenda.

ASSISTÊNCIA AO FORNECEDOR (SUPPLIER TECHNICAL ASSISTANCE)

Grupo para o suporte de fornecedores para garantir a qualidade dos produtos.

ATENDIMENTO DE PEDIDOS (COMO INDICADOR DE EFICÁCIA)

É a quantidade de pedidos atendidos prontamente, dividida pelo total de pedidos recebidos, vezes 100%.

ATRIBUTO

Fração de informação, que reflete uma característica relacionada com um número de identificação.

AUDITORIA

  • Processo sistemático, documentado e independente para obter evidências de auditoria e avaliá-las objetivamente para determinar a extensão na qual os critérios da auditoria são atendidos.

Referência:

NBR ISO 19011-Diretrizes para auditorias de sistema de gestão da qualidade e/ou ambiental

  • Uma comparação objetiva entre as ações implementadas e as políticas e planos estabelecidos.
  • comprovação de que os procedimentos, instruções de trabalho e outros documentos do sistema da qualidade são executados conforme descrito, atendendo os requisitos do cliente e normas aplicáveis.

AUDITORIAS INTERNAS (Autoinspeções)

Uma das principais responsabilidades não delegáveis das áreas da qualidade, é assegurar que as auditorias internas (autoinspeções) sejam realizadas.

A fim de verificar a conformidade com os princípios de GMP para os princípios farmacêuticos ativos, auditorias internas regulares têm de ser realizadas de acordo com um cronograma aprovado.  As constatações da auditoria e as ações corretivas têm de ser documentadas e levadas ao conhecimento da gerência responsável da empresa. Ações corretivas acordadas devem ser concluídas nos prazos adequados e se mostrarem eficazes.

Todos os fabricantes contratados (incluindo laboratórios) devem cumprir as BPF e, por contrato entre as partes, o contratado deve permitir auditorias do contratante em suas instalações.

Referência:

Good Manufacturing Practice Guide for Active Pharmaceutical Ingredients - Q7

ICH HARMONISED TRIPARTITE GUIDELINE

AUDITOR INTERNO

Pessoa qualificada para efetuar auditorias internas, ou seja, auditorias que não envolvem nenhum órgão, cliente ou fornecedor externo.

AUDITORIA DA QUALIDADE

Exame sistemático e independente, para se determinar como as atividades da qualidade e os seus resultados, atendem a estrutura planejada e se estas providencias são implementadas efetivamente e são adequadas para se obter os objetivos programados.

AUDITORIA DE PRODUTO

Técnica de auditagem para se emitir um parecer independente, sobre um produto comercializado, tendo como cliente o executivo responsável.

AUTORIZAÇÃO DE DESVIO

Permissão para que um fornecedor de fabricar um produto que não está conforme com os desenhos e especificações atualizadas.

AVALIAÇÃO

Parte do controle que consiste na comparação da situação real com a planejada, identificação de desvios e proposição de ações corretivas.

AVALIAÇÃO DE CONFORMIDADE

É a atividade realizada para verificar a conformidade de produtos e processos com os requisitos de normas ou regulamentos técnicos.

 

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