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Bom Saber


CM - CATÁLOGOS DE MATERIAIS

Têm por finalidade consolidar e divulgar os dados de identificação e codificação de itens de suprimento adquiridos pela empresa.

CM (CATEGORY MANAGEMENT)

É um processo entre o fabricante e distribuidor para gerenciar em comum categorias de produtos, com tomada de decisões sobre o mix de produtos, níveis de estoque, alocação de espaço nas lojas, promoção e abastecimento.

CMD COMPETIÇÃO, MERCADO E DISTRIBUIÇÃO

Aferição permanente das ocorrências, geradas pela concorrência, distribuição e posicionamentos dos usuários do produto.

CMO

Chief marketing officer – gerente de marketing

CMOS

Complementary metal-oxide – semicondutor

CMRP

Capacitated material requirements planning

CMYK – CIANO, MAGENTA, YELLOW E BLACK

Sistema de cores utilizado para impressão em off-set.

COA

Continuous ordering agreement

COACH

Facilitador da utilização cada capacidade de cada elemento da cadeia de distribuição.

COBERTURA

Fechamento antecipado da taxa de juros ou de câmbio de fundos que serão requeridos numa data futura.

CODESIGN

Cooperação entre fornecedores e clientes no desenvolvimento do projeto de novos produtos ou tecnologias.

CODESIGN

Situação onde o fornecedor participa do desenvolvimento do produto, estabelecendo-se contratos de longo prazo.

CODIFICAÇÃO DE FORNECEDOR

Representação dos dados de identificação dos fornecedores de itens de suprimento por meio de códigos numéricos de composição uniforme.

CODIFICAÇÃO DE MATERIAL

Compreende a apropriação de códigos numéricos para itens de suprimento, agrupados ou individualizados e sob as seguintes denominações:  código de grupo, código do subgrupo, código de identificação, código de estoque.

CODIFICAÇÃO DE MATERIAL

Representação dos dados de identificação dos itens de suprimento por meio de códigos numéricos de composição estruturada.

CÓDIGO

Sistema de normas, de preceitos, de imperativos, que se referem a um amplo ramo do direito.

CÓDIGO BIDIRECIONAL

Lido pelo scanner em ambos os sentidos e depois decodificado no sentido correto.

CÓDIGO CONTÍNUO

Os espaços fazem parte da codificação.

CÓDIGO DE BARRAS

Série alternativa de barras e espaços, representando a informação em código que poderá ser lida por leitores eletrônicos. O código de barras destina-se a facilitar e aprimorar a entradas de dados em um sistema de computação.

CÓDIGO DE IDENTIDADE VISUAL

Denominamos de código de identidade visual um sistema de signos visuais como marca, logotipo, tipologia e esquema de cores e suas regras básicas que caracterizam, distinguem e coordenam a identificação do conceito de um segmento de mercado.

CÓDIGO DE PRÁTICAS

Documento normativo que recomenda praticas ou procedimentos para o projeto, produção, instalação, manutenção ou utilização de equipamentos, estruturas ou produtos.

CÓDIGO DE REFERÊNCIA DO FORNECEDOR

O cr, código de referência do fornecedor, comumente denominado nome da peça, número da peça ou “Part Number”, é um código adotado pelo fornecedor para representar item de suprimento de sua fabricação ou venda.

CÓDIGO PROPRIETÁRIO

Representação particular e em barras, de códigos utilizados internamente à empresa para controle do sistema de fabricação.

COFC

Situação que se caracteriza pela colocação de um contêiner sobre um vagão ferroviário, sendo um doblestack, quando são colocados dois contêineres.

COFRE DE CARGA

O mesmo que container.

COLUNA

Aplicação de carga em um corpo de prova de papelão ondulado com as ondas no sentido vertical.

COM

Critical path method – uma técnica de planejamento por rede para a análise dos tempos de execução de um projeto, utilizada para o planejamento e controle das atividades de um projeto, identificando os elementos que atualmente funcionam como restrição na redução do tempo total.

COMAKERSHIP/PARTNERSHIP

É a estratégia dirigida ao envolvimento solidário dos fornecedores no complexo empresarial do cliente. Realiza-se através do "just in time" e "free pass" podendo alcançar inclusive uma integração estratégica.

COMAKERSHIP/PARTNERSHIP

estratégia dirigida ao envolvimento solidário dos fornecedores nas instalações da empresa. obtém-se o just in time e o free pass.

COMBURENTE

substâncias que alimentam a combustão

COMBUSTÍVEL

é uma substância que reage com o oxigênio (ou outro comburente) liberando energia, usualmente de modo vigoroso, na forma de calor, chamas e gases.

COMITÊ DE ARBITRAMENTO

Grupo formado por executivos da área financeira, marketing, logística, engenharia e produção, com a responsabilidade de ajustar o planejamento de vendas, programação de produção, aquisição de materiais, avaliação do nível dos vários tipos de estoque e destino dos itens sem movimentação.

COMMERCIAL PAPER

instrumento resultante da transação monetária entre duas instituições não-financeiras.

COMMS

Customer-oriented manufacturing management system.

COMPATIBILIDADE

Capacidade de entidades serem usadas em conjunto sob condições específicas, para atender requisitos pertinentes

COMPATIBILIDADE DE CÓDIGO

Capacidade que tem um código de ser lido e interpretado por outro sistema diferente. O Sistema UPC é compatível com o Sistema EAN, porém o inverso não ocorre.

COMPATIBILIDADE DE COMPONENTES

Capacidade dos componentes a serem usados em conjunto, sob condições específicas, para atender os requisitos próprios.

COMPATIBILIDADE DIMENSIONAL DO PRODUTO

Verifica-se se as dimensões e as formas dos subsistemas e seus componentes devem assegurar a montagem em um arranjo físico otimizado.

COMPATIBILIDADE FUNCIONAL DO PRODUTO

As saídas dos subsistemas devem ser aceitas sem restrições, como entradas pelo subsistema seguinte.

COMPETÊNCIA

Trata-se da mobilização de conhecimentos (saber), habilidades (fazer) e atitudes (querer) necessários ao desempenho de atividades ou funções segundo padrões de qualidade e produtividade requeridos pela natureza do trabalho.

COMPETÊNCIA AUTOMÁTICA

Atributo de uma pessoa, que sabe o que e como fazer, no momento que esta competência se torna necessária.

COMPETÊNCIA DE BASE

É o conjunto da experiência e tecnologia coletiva da organização, devidamente administradas, adequadas à produção de bens e serviços dentro das necessidades da linha de produtos definida e a integração dos diversos caminhos da tecnologia e especialmente as diversas capacitações no pensamento estratégico.

COMPLIANCE CHECKING

No processo de transações de mensagens num sistema edi, exerce a função de garantir que toda a transmissão contenha um mínimo de informações determinado pelo padrão de EDI que está sendo utilizado.

COMPONENTES DE GESTÃO

Conjunto de atividades empresarial que são necessárias à execução dos processos do negócio.

COMPRA POR LOTE FIXO

Compra de lotes fixos de materiais, determinados por técnica econômica e que sempre é realizada em períodos variáveis, devido a não constância da demanda.

COMPRA POR PERÍODO FIXO

Abastecimento de itens padrões realizados sempre num período fixo, como semanal e mensal, aplicado em material de escritório, informática, limpeza e manutenção, sempre utilizando listagens padrões.

COMPRAR OU FABRICAR

Técnica de análise para se decidir se a empresa deverá produzir ou comprar um determinado item.

COMPRESSÃO

Aplica-se carga em uma caixa de papelão ondulada montada e verifica-se a carga máxima que a embalagem suportaria por um certo tempo.

COMPRIMENTO DE ONDA

Distância entre dois pontos iguais de determinada onda.

COMPROMISSO DA EQUIPE COM A VIABILIDADE

é um compromisso da equipe de planejamento da qualidade do produto, de que o projeto pode ser manufaturado, montado, testado, embalado e entregue em quantidades suficientes a um custo aceitável e dentro do prazo.

COMUNIDADES

Agrupamento de pessoas influenciado diretamente pela organização, conforme o seu perfil. Por exemplo, a comunidade de familiares dos membros da força de trabalho, comunidade local, comunidade acadêmica, comunidade setorial, etc.

CONCEITO DO MERCADO

Definição concisa do conjunto de necessidades dos usuários de um segmento de mercado e suas características, como o perfil das pessoas que formam parte deste segmento de mercado.

CONCENTRAÇÃO DE PARTÍCULAS

quantidade de partículas por unidade de volume de ar.

CONCESSÃO PÓS-PRODUÇÃO

Liberação de um produto não-conforme em relação aos requisitos especificados.

CONECTIVIDADE

Habilidade de um particular computador ou arquitetura de network, de conectar e se integrar com sistemas incompatíveis.

CONFERENTE

Responsável pela conferência de cargas que entram ou saem de uma empresa.

CONFIABILIDADE

É a propriedade de um sistema, aparelho ou componente funcionar adequadamente durante um intervalo de tempo.

CONFIABILIDADE DAS MÁQUINAS

A probabilidade que maquinário e equipamento podem funcionar continuamente, sem falha, por um intervalo específico de tempo quando operados em condição determinada.

CONFIABILIDADE DO ITEM

É a probabilidade de que um item irá continuar a funcionar nos níveis de expectativa do cliente e em um ponto de medição, sob condições ambientais e de ciclo de serviços especificadas.

CONFIABILIDADE DO PRODUTO

É a capacidade do produto de funcionar por um determinado tempo, sem parada para reparos.

CONFLITO DE INTERESSES

Atividade de negócios, relacionada com as pessoas e empresa, que interferem com os objetivos da empresa ou possam acarretar ações fora da ética ou mesmo ilegais.

CONFLITOS

Choque ou antagonismo entre elementos ou ideias oponentes e que ocorre quando o comportamento de um indivíduo ou um grupo deles ou mesmo o de uma organização impede ou dificulta a realização dos objetivos de outra destas partes.

CONFORMAÇÃO

Mudança de forma das matérias-primas com a utilização de energia mecânica proporcionada pelos equipamentos produtivos, para se obter semiacabados.

Operação unitária, que altera a forma de uma matéria-prima pela utilização de energia. Uma sequência de conformações, caracteriza um processo de produção.

CONFORMIDADE

  • Atendimento a requisitos especificados. O não atendimento é então, uma não-conformidade.
  • Atendimento a requisitos especificados.

CONJUNTO

Materiais de apresentação coletiva, constituídos de itens de diferentes espécies, para serem utilizados de uma só vez.

CONJUNTO MONTADO

Materiais de apresentação coletiva, constituídos de itens de diferentes espécies, para serem utilizados de uma só vez.

CONSENSO

Acordo geral, caracterizado pela ausência de oposição fundamentada a aspectos significativos por qualquer parte importante dos interesses envolvidos, por meio de um processo que busca levar em conta as posições de todas as partes interessadas e a conciliação das opiniões conflitantes.

CONSIGNAÇÃO

Materiais que ficam de posse dos clientes, mas que permanecem de propriedade do fabricante e somente deverão ser pagos quando vendidos para terceiros.

CONSOLIDAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO

Ordenação sistemática de documentos pertinentes a um determinada parte do projeto, produto ou processo, sucessivamente agrupados, até se ter todos os documentos do projeto, observada a articulação entre os mesmos.

CONSOLIDAÇÃO DE CARGA

  • Técnica de abastecimento onde um caminhão visita todos os fornecedores todos os dias retirando as mercadorias programadas para atender a compradora naquele dia.
  • Consiste em criar grandes carregamentos a partir de vários outros pequenos. Resulta em economia de escala no custo dos fretes. É preciso um bom gerenciamento para utilizar este método, pois é necessário analisar quais cargas podem esperar um pouco mais e serem consolidadas. Se mal executado, compromete a qualidade do serviço de transportes, pois gerará atrasos.

CONSUMIDOR

  • Trata-se de pessoa física que adquire produtos para consumo rápido e renovação periódica da compra.
  • Tipo diferenciado de usuário, que consome produtos em curtíssimo prazo.

CONTABILIDADE DOS ESTOQUES

Atividade contábil que se preocupa na valoração de todos os itens em estoque, utilizando um sistema perpétuo ou periódico.

CONTADOR DE NÚCLEO DE CONDENSAÇÃO

Instrumento para a contagem de pequenas partículas aéreo transportadas de aproximadamente 0,01 mícron e maiores, mediante detecção de gotículas formadas por condensação de vapor sobre as partículas.

CONTADOR ÓTICO DE PARTÍCULAS

Instrumento contador por dispersão de uma fonte luminosa com mostrador e/ou meios de registro, para a contagem de partículas no ar.

CONTAS A PAGAR

Valor dos produtos e dos serviços ainda a serem pagos.

CONTAS A RECEBER

Valor dos produtos e serviços fornecidos ou prestados aos cliente e ainda não recebidos.

CONTAS DE CAPITAL

Contas da balança de pagamentos que medem as mudanças nos passivos e débitos (claims) financeiros de residentes locais contra estrangeiros e de estrangeiros contra residentes locais.

CONTAS DE COMÉRCIO

Contas do balanço de pagamentos que refletem o dinheiro gasto fora do país por cidadãos, em bens e serviços e o dinheiro gasto pelos estrangeiros nesse mesmo país.

CONTEÚDO EFETIVO

É a quantidade de produto contida na embalagem.

CONTEÚDO EFETIVO DRENADO

É a quantidade de produto contida na embalagem, descontando-se qualquer líquido, solução, caldo, segundo método próprio.

CONTEÚDO NOMINAL

É a quantidade líquida indicada na embalagem do produto.

CONTINUOUS IMPROVEMENT (MELHORIA CONTÍNUA)

Componente essencial no just-in-time e na qualidade total que reflete uma determinação inabalável para eliminar as causas dos problemas. É o oposto da mentalidade de “apagar incêndios”.

CONTRAPRESSÃO

É a pressão estática na descarga da válvula ou a pressão junto à descarga da válvula, devido a perdas de carga na tubulação de descarga doa mesma, podendo ser constante ou variável.

CONTRASTE

Relação entre o grau de reflexão das barras escuras e os espaços claros, ou o fundo do código de barras.

CONTRATO DE CÂMBIO BILATERAL

Contrato de câmbio para uma moeda local, contra uma moeda estrangeira.

CONTRATO DE CÂMBIO MULTILATERAL

Contrato de câmbio envolvendo duas moedas estrangeiras, realizados no país com uma outra moeda.

CONTRATO DE OPÇÃO DE CÂMBIO

Contrato de câmbio sem uma data fixa de vencimento.

CONTRIBUIÇÃO MARGINAL

Diferença entre a receita auferida e as despesas variáveis e custo do produto vendido.

CONTROLE

  • Atividade que tem por objetivo ajustar o realizado, durante a execução, com o planejado e que se divide em partes como segue: acompanhamento, avaliação, decisão e retroalimentação.
  • Comparação das características da atual atividade com as características planejadas, analise destas variâncias, desenvolvimento de alternativas e tomada de ações corretivas apropriadas.

CONTROLE ADAPTATIVO

Habilidade de um controle de alterar seus parâmetros em resposta a uma mudança da medida das condições da operações.

CONTROLE CONTÍNUO DO PROCESSO

Utilização de sensores para monitorar um processo e realizar automaticamente as alterações na operação através de alças de retroalimentação.

CONTROLE DA CAPACIDADE

Medição do volume de produção e comparação desta produção com a capacidade planejada, determinar estas variações e determinar ações corretivas para se retornar aos limites das variações planejadas.

CONTROLE DA QUALIDADE

Conjunto de atividades planejadas e sistemáticas, implementadas no sistema de qualidade e demonstradas como necessárias para prover confiança adequada de que uma entidade atenda  os requisitos para a qualidade.

CONTROLE DA QUALIDADE

Técnicas e atividades operacionais, utilizadas para atingir os requisitos da qualidade.

CONTROLE DA QUALIDADE DE PROJETOS

Monitoramento dos resultados do projeto para determinar se atende aos padrões relevantes de qualidade e se as causas de  um desempenho insatisfatório estão afastadas.

CONTROLE DE CÂMBIO

Regulamentação das transações de câmbio pelas autoridades monetárias, para evitar uma expansão excessiva dos meios de pagamentos locais ou a erosão das reservas cambiais de um país.

CONTROLE DE CUSTO

Atividade para eliminar desperdícios caracterizados pela utilização de insumos em quantidade acima dos valores padrões determinados pelo projeto.

CONTROLE DE DOCUMENTOS

Sistemática de controle de documentos para garantir a utilização sempre da versão atual.

CONTROLE DE ESTOQUES

Técnicas e atividades para se manter um determinado nível de estoque de itens como: matéria-prima, materiais em processo e produtos acabados.

CONTROLE DE PROCESSO

  • Conjunto de atividades a partir das quais se assegura que um dado processo gere os resultados de acordo com o objetivo.
  • Função exercida para manter um processo dentro de uma faixa de capabilidade pela retroalimentação e correção.

CONTROLE DE SAÍDA

Técnica para o controle de saída de um centro de trabalho, onde a saída atual é comparada com a saída planejada, para se identificar sintoma de problemas na produção.

CONTROLE DE VARIEDADES

seleção do número ótimo de tamanhos ou tipos de produtos, processos ou serviços, para atender as necessidades predominantes.

CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (CEP)

  • O uso de técnicas estatísticas, tais como gráficos de controle, para analisar um processo ou seu resultado de maneira a tomar ações apropriadas para atingir e manter um estado de controle estatístico e melhorar a capacidade do processo.
  • Uso de técnicas estatísticas como cartas/gráficos de controle para analisar um processo ou seus resultados, assim como, para tomar as ações apropriadas para alcançar e manter um processo estável e melhorar a capabilidade do processo.

CONTROLES ESPECIAIS

Controles especiais são aqueles métodos de processos de fabricação e montagem, ações administrativas, técnicas e testes além dos controles normais. Controles especiais são implementados para assegurar que produtos que afetam funções de segurança do veículo ou regulamentações governamentais serão produzidos e montados conforme especificações de engenharia. Controles especiais podem ser implementados também para garantir que características designadas que são importantes para a satisfação do cliente, serão produzidas e montadas para atender às necessidades de engenharia e do processo. Controles especiais devem ser identificados e descritos em planos de controle, e estes planos de controle devem ser aprovados pela engenharia de produto responsável e pelas atividades de qualidade.

CONTROLES NORMAIS E COMUNS

Referem-se àqueles controles associados com práticas comerciais padrões e incluem os métodos, práticas, técnicas e testes, geralmente usados por um produtor para um determinado produto. Controles normais são aplicados a características (outras) não designadas.

CONVECÇÃO

É o método de transmissão de calor característico dos fluidos (líquidos e gases). Ela se da pela formação de correntes ascendentes e descendentes no seio da massa líquida. Assim, o calor gerado numa estufa se transmite por convecção, mediante o aquecimento do ar. O ar aquecido se expande, tendendo a subir e a propagação por convecção, ocorre naturalmente na direção de baixo para cima, embora as correntes de ar possam ser dirigidas em qualquer direção.

COORDENADA CROMÁTICA

Chamamos de coordenada cromática a medição da reflectância das três luzes refletidas por uma superfície do produto em relação a intensidade das luzes que formam o branco.

COORDENADAS ABSOLUTAS

Valores das coordenadas medidos a partir de um sistema de coordenadas, com origem num ponto.

COPO

Embalagem tronco cônica de vidro, plástico ou papel, que serve de embalagem de contenção para geleias e conservas.

CORANTE

É toda substância solúvel, capaz de modificar ou fornecer cor a um sistema.

CORBA

Common request broker architecture

CORE BUSINESS

Relativo ao próprio negócio ou especialidade no negócio que faz.

CORE COMPETENCE

O conceito surgiu em 1990, na harvard business review, em artigo intitulado "the core competence of the corporation", da autoria de gary hamel e c. K. Prahalad. O primeiro é professor na london business school e o segundo leciona na universidade de michigan. Core competence designa as competências estratégicas, únicas e distintivas de uma organização. Poderá ser, por exemplo, um conhecimento técnico ou uma tecnologia específica que é susceptível de oferecer um valor único para os clientes e que distingue a empresa das rivais. É o caso da competência da sony em técnicas de minotarização, ou da honda na criação de motores. Para os autores, poucas companhias poderão ser líderes mundiais, em mais de cinco ou seis competências estratégicas.

CORRIDA DE PRODUÇÃO

É um produto feito com a utilização de todas as ferramentas, processos, equipamentos, ambiente, instalações e tempo de ciclo de produção.

CORROSIVOS

São substancias que, por ação química, causam danos e  destruição quando em contato com tecidos vivos ou materiais.

COST DRIVES

Fatores direcionadores de custo.

COST-PLUS

Sistema de fixação de preços, que acrescenta ao custo incorrido, um acréscimo percentual ou montante fixo.

COTA

Quantidade especificada e limitada para produção, aquisição, importação ou exportação. Os fatores para limitação são os mais variados.

COTS

Commercial off the shelf

COULOMB

O coulomb é a quantidade de eletricidade transportada em 1 segundo por uma corrente de 1 ampère.

CP / CPK

São indicadores da capabilidade do processo. CP relaciona a variação natural do processo com a especificação

CPIM

Certified in production and inventory management

CPK

Um índice de capacidade que considera tanto a distribuição do processo quanto a proximidade da distribuição em relação aos limites de especificação. É calculado depois da verificação de que o processo está estatisticamente controlado.

CPM

Certified purchasing manager

Chamada de peças para a montagem

CPV

O custo dos produtos vendidos é maior quando a venda se eleva, já que o custo unitário de um produto vendido é constante, e dado de entrada da formação do preço.

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